Você Reverbera em Mim
Há momentos em que o amor transcende o tempo e o espaço, onde o sentimento se transforma num eco que se propaga silenciosamente, mas com intensidade redobrada. É como se, quando uma pessoa se despede, ela não se afastasse de verdade – seu ser se dilui, transformando-se em cada gesto, cada suspiro, em cada recanto da nossa existência.
No instante em que os olhos se tornam os espelhos da alma, e a boca se encarrega de traduzir em palavras a emoção que insiste em não silenciar, percebemos que o amor vivido em plenitude não se extingue. Ele se multiplica. Assim, o carinho que um dia foi sentido em sua totalidade passa a pulsar em dobro naqueles que ficam; transformando a ausência em uma presença vibrante e inesgotável.
Viver é, antes de tudo, carregar os vestígios de quem amamos. Não se trata de abandonar a vida, mas de vivê-la intensamente, com os sentimentos redobrados. Cada memória se faz presente, cada riso, cada lágrima, reverberam como notas numa sinfonia inacabada que embala o coração. E, nesse compasso, o amor se manifesta como a mais nobre das artes – capaz de transformar a solidão em um universo de possibilidades, onde o que foi vivido se reflete em cada novo amanhecer.
Porque, no fundo, amar é permitir que o outro se torne parte de nós. Seus traços, seus gestos e sua essência se entrelaçam com o nosso ser, fazendo do silêncio da ausência um espaço repleto de vozes, de sorrisos e de um carinho que nunca se apaga. Assim, o amor, como um eco incessante, reverbera em nós, mantendo acesa a chama de uma história que, mesmo transformada, continua a iluminar o caminho da vida.
Em cada batida do coração, em cada instante vivido, somos lembrados de que o amor verdadeiro não se perde – ele se reinventa, se multiplica, e, como um hino à existência, ressoa para sempre.
Silvia Marchiori Buss
No instante em que os olhos se tornam os espelhos da alma, e a boca se encarrega de traduzir em palavras a emoção que insiste em não silenciar, percebemos que o amor vivido em plenitude não se extingue. Ele se multiplica. Assim, o carinho que um dia foi sentido em sua totalidade passa a pulsar em dobro naqueles que ficam; transformando a ausência em uma presença vibrante e inesgotável.
Viver é, antes de tudo, carregar os vestígios de quem amamos. Não se trata de abandonar a vida, mas de vivê-la intensamente, com os sentimentos redobrados. Cada memória se faz presente, cada riso, cada lágrima, reverberam como notas numa sinfonia inacabada que embala o coração. E, nesse compasso, o amor se manifesta como a mais nobre das artes – capaz de transformar a solidão em um universo de possibilidades, onde o que foi vivido se reflete em cada novo amanhecer.
Porque, no fundo, amar é permitir que o outro se torne parte de nós. Seus traços, seus gestos e sua essência se entrelaçam com o nosso ser, fazendo do silêncio da ausência um espaço repleto de vozes, de sorrisos e de um carinho que nunca se apaga. Assim, o amor, como um eco incessante, reverbera em nós, mantendo acesa a chama de uma história que, mesmo transformada, continua a iluminar o caminho da vida.
Em cada batida do coração, em cada instante vivido, somos lembrados de que o amor verdadeiro não se perde – ele se reinventa, se multiplica, e, como um hino à existência, ressoa para sempre.
Silvia Marchiori Buss
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