Tsunami
A onda veio para tirar a paz, mas também veio para mostrar a força que a mulher nunca pensou que tivesse. Ela afundava e, ao mesmo tempo, tentava nadar. Cada respiração parecia se perder no sal do que ela havia perdido. As memórias dançavam em sua mente, fragmentos de momentos doces e difíceis, lembranças que queria esquecer e outras que queria segurar para sempre. Mas o tsunami interno não fazia distinção, levava tudo que podia, deixando apenas destroços e um vazio dolorido onde antes havia certeza.
E assim, Luciana foi levada, consumida, aniquilada por essa força. O tsunami não a permitia descansar, ele a movia como uma folha á deriva, sem rumo, sem propósito. Nessa devastação, começou a se questionar se haveria “depois”, um momento em que essa força, enfim, desistiria dela. Luciana se perguntava se, depois da destruição, haveria algo dela que valeria a pena reconstruir.
Conforme os dias se transformaram em semanas, e as semanas em meses, algo inesperado começou a acontecer. No meio de todo aquele vazio, a mulher percebeu que algumas coisas permaneceram – pequenas, fragmentadas, mas incrivelmente resistentes. Era como se, no meio de tanto caos, pequenas sementes tivessem sobrevivido, ancoradas de uma forma que ela nunca entenderia completamente. O amor que perdeu ainda estava ali, transformado, mas presente, em cada lembrança, em cada sonho que carregava um pedaço dele.
Aos poucos, o tsunami começou a ceder. Não foi um momento único ou uma mágica. Foi um processo lento, doloroso, mas real. As águas foram se acalmando, as ondas que antes a engoliam começaram a recuar, deixando para trás marcas e cicatrizes, mas também um campo fértil, pronto para algo novo.
Hoje, Luciana caminha entre os destroços do que foi sua antiga vida. Reconhece que é outra. O tsunami levou quem ela era, mas deixou espaço para sua nova versão – uma que conhece a fragilidade e, ao mesmo tempo, a força que surge depois da tempestade.
E assim, Luciana foi levada, consumida, aniquilada por essa força. O tsunami não a permitia descansar, ele a movia como uma folha á deriva, sem rumo, sem propósito. Nessa devastação, começou a se questionar se haveria “depois”, um momento em que essa força, enfim, desistiria dela. Luciana se perguntava se, depois da destruição, haveria algo dela que valeria a pena reconstruir.
Conforme os dias se transformaram em semanas, e as semanas em meses, algo inesperado começou a acontecer. No meio de todo aquele vazio, a mulher percebeu que algumas coisas permaneceram – pequenas, fragmentadas, mas incrivelmente resistentes. Era como se, no meio de tanto caos, pequenas sementes tivessem sobrevivido, ancoradas de uma forma que ela nunca entenderia completamente. O amor que perdeu ainda estava ali, transformado, mas presente, em cada lembrança, em cada sonho que carregava um pedaço dele.
Aos poucos, o tsunami começou a ceder. Não foi um momento único ou uma mágica. Foi um processo lento, doloroso, mas real. As águas foram se acalmando, as ondas que antes a engoliam começaram a recuar, deixando para trás marcas e cicatrizes, mas também um campo fértil, pronto para algo novo.
Hoje, Luciana caminha entre os destroços do que foi sua antiga vida. Reconhece que é outra. O tsunami levou quem ela era, mas deixou espaço para sua nova versão – uma que conhece a fragilidade e, ao mesmo tempo, a força que surge depois da tempestade.

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