Pequenos Gestos, Grandes Mudanças
“Qu´est-ce qui dépend de moi pour que le monde soit différent”
Não é sempre pelas grandes
revoluções que o mundo se transforma. Muitas vezes, é no quase invisível dos
dias comuns que se escondem as sementes das mudanças.
Um bom-dia oferecido sem
pressa, a porta que se segura para alguém, o copo de água entregue antes que
seja pedido, o silêncio respeitado quando o outro não encontra palavras.
Pequenos gestos, quase banais, que passam despercebidos no corre-corre, mas que
deixam marcas mais duradouras do que discursos inflamados.
O mundo não gira apenas com
inventos, teorias ou feitos grandiosos. Ele se move também na delicadeza do
gesto que se repete. Aquele que não aparece nos jornais, mas que resiste no
coração de quem o recebe.
Talvez mudar o mundo seja
justamente isso: não esperar por heróis ou marcos históricos, mas arriscar o
pouco que cabe em nossas mãos. Uma gentileza, um cuidado, uma escuta. O
cotidiano, afinal, é o palco de todas as revoluções silenciosas.
Silvia Marchiori Buss
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